Arnaldo Baptista, o cérebro criativo dos Mutantes, retornou ao palco após 30 anos de hiato, com duas apresentações comoventes do show "Sarau Benedito". No sábado (8) e no domingo (9), munido apenas da voz e um piano de cauda, o músico revisitou canções de sua carreira (solo e com os Mutantes) no Sesc Belenzinho, em São Paulo. Ele foi recebido calorosamente pelo público e contou ao Yahoo! que se surpreendeu com a experiência.
"(A apresentação) com piano foi um lado mais íntimo meu. Eu não tinha ideia de como iria me portar no palco, e foi gostoso", disse o roqueiro, que atualmente trabalha em seu próximo disco solo, "Esphera", no sítio em que vive, em Juíz de Fora (MG).
O músico foi prestigiado por um público na faixa dos 30 anos, que teve de disputar os poucos ingressos disponíveis, esgotados em apenas quatro horas. Ainda assim, cantaram hinos como "Balada do Louco", "Ando Meio Desligado" e "Será que eu vou virar bolor?".
Com a voz um pouco fraca no começo, o mutante foi crescendo no decorrer da apresentação.
O músico foi prestigiado por um público na faixa dos 30 anos, que teve de disputar os poucos ingressos disponíveis, esgotados em apenas quatro horas. Ainda assim, cantaram hinos como "Balada do Louco", "Ando Meio Desligado" e "Será que eu vou virar bolor?".
Com a voz um pouco fraca no começo, o mutante foi crescendo no decorrer da apresentação.
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